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Postado em 20 de Abril às 14h28

Peac Maquininhas liberou R$ 3,19 bi em 2020 em mais de 112 mil operações

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Uma Nota Informativa da SPE sobre o Programa Emergencial de Acesso a Crédito na modalidade de garantia de recebíveis foi divulgada com o balanço do programa.

O Programa Emergencial de Acesso a Crédito com Garantia de Recebíveis (Peac Maquininhas) emprestou R$ 3,19 bilhões no período de funcionamento, entre 15 de outubro e 31 de dezembro do ano passado. O valor foi divulgado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. De acordo com o relatório, nesse período, 112.161 operações foram realizadas.

No programa, que socorreu muitos empresários, os bancos emprestavam recursos a microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenos empresários. Em troca, as instituições financeiras recebiam, como garantia, os recebíveis (recursos a receber) gerados pelas maquininhas de cartão. As garantias são executadas em caso de inadimplência.

Essa modalidade de crédito permitia juros mais baixos que as taxas de mercado, isso porque os recebíveis das maquininhas de cartão são de fácil recuperação. Segundo a SPE, o programa resolveu os dois principais gargalos na concessão de crédito a pequenos negócios: a falta de informações e a falta de garantias.

Socorro à empresários

De acordo com os dados divulgados, 18% dos MEIs, 4% das microempresas e 2% das pequenas empresas dependeram exclusivamente do Peac Maquininhas para conseguirem crédito no último trimestre de 2020.

Os segmentos mais beneficiados foram bares e restaurantes, com 14.985 empréstimos aprovados, e hoteleiro, com 1.507.

Estabelecido pela Lei nº 14.042, de agosto de 2020, o Peac Maquininhas teve a infraestrutura para as operações concluídas em 30 de setembro. Os empréstimos começaram em 15 de outubro. Coube ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como agente financeiro da União, repassar os recursos aos bancos comerciais.

Os bancos que mais emprestaram recursos da linha de crédito foram:

Banco do Brasil (70%)
Money Plus (17%)
Safra (9%)
Caixa Econômica Federal (4%).

Na divisão por estados, os tomadores concentraram-se em São Paulo, com 23,9% das operações; Minas Gerais (9,9%) e Paraná (7,5%).

Fonte: Portal Contábeis

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