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Postado em 22 de Abril às 08h45

PMEs: Empréstimos crescem 16% no primeiro trimestre de 2021

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De acordo com o levantamento, o capital de giro é a principal razão que leva as empresas a solicitarem empréstimos.

De acordo com um levantamento realizado pela BizCapital, o número de empréstimos concedidos para empresas aumentou 16% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2020.

O capital de giro é a principal razão que leva às empresas a tomarem um empréstimo, representando 65% do total das solicitações no período.

Segundo Francisco Ferreira, CEO e cofundador da BizCapital, o aumento do número de casos do coronavírus no país pode ter sido um dos fatores que colaboraram para esse crescimento.

"Muitas empresas apostaram suas fichas na recuperação e retomada do negócio já no primeiro trimestre do ano. Não foi à toa que 65% dos empréstimos foram feitos para capital de giro, investimento que supre as necessidades básicas de uma empresa e a mantém em funcionamento. A expectativa das PMEs era começar o ano garantindo a saúde financeira e crescimento sustentável do negócio, mesmo durante um período de crise".

Crise econômica

Com a intensificação das medidas de isolamento social, mudaram também os padrões de consumo da população, o que significa que alguns setores sentiram, ainda mais, os impactos provocados pela pandemia.

O setor de varejo representa 40% do total de empréstimos concedidos no primeiro trimestre de 2021. Já em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 45% nos pedidos de crédito PJ pelo setor.

Em relação ao crescimento do setor, os serviços de saúde se destacaram no neste início de 2021. Ainda segundo o levantamento da BizCapital, o segmento praticamente dobrou o valor dos empréstimos em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

"Não existe uma fórmula pronta para a retomada das empresas neste início de ano. O mais importante é que o empreendedor faça um bom planejamento baseado nas particularidades do seu negócio, repense seu modelo de vendas e pesquise as possibilidades de negociar prazos, taxas de juros com fornecedores e dívidas ativas neste momento. É preciso apostar na recuperação e participar ativamente dessas mudanças. Ainda há tempo para se reerguer e crescer", finaliza o CEO.

Fonte: Portal Contábeis

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