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Postado em 08 de Dezembro de 2016 às 08h59

Representantes do setor produtivo solicitam o adiamento da votação da Reforma Tributária

Acenm/CDL Na tarde desta quarta-feira, 07, os líderes da classe empresarial do estado se reuniram na Fecomercio com os deputados Oscar Bezerra, Sebastião Rezende, Dilmar Dal Bosco e Carlos Avalone, que fazem parte da Frente...

Na tarde desta quarta-feira, 07, os líderes da classe empresarial do estado se reuniram na Fecomercio com os deputados Oscar Bezerra, Sebastião Rezende, Dilmar Dal Bosco e Carlos Avalone, que fazem parte da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Produtivo do Comercio de Bens, Serviços e Turismo e com o secretário de estado de Planejamento, Gustavo de Oliveira, que assumirá a Secretaria de Fazenda após a saída de SeneriPaludo. Também participaram da reunião vários empresários do estado, além do presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso - FACMAT, Jonas Alves e do presidente da Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra, Vander Masson.

A reunião teve como objetivo pedir o apoio político da Assembleia Legislativa para o adiamento da votação do projeto de Reforma Tributária para o próximo ano. “Representamos milhares de empresários deste estado e já fizemos essa reivindicação em outras reuniões. Neste ano estamos passando por muitas dificuldades, muitas empresas já fecharam as portas e temos visto uma grande queda de movimento nas lojas. Queremos que o futuro secretário de Fazenda, Gustavo de Oliveira, nos ajude a fazer com que esta reforma entre em vigor apenas em 2018, para que tenhamos um tempo maior para discutirmos de maneira mais efetiva”, disse Hermes Martins, presidente da Fecomercio.

O presidente da FACMAT, Jonas Alves, reiterou a fala do presidente da Fecomercio. “Nosso governo tem ouvido mas não tem escutado. A sociedade de todo o estado está pedindo o adiamento da votação desta Reforma. Querermos construir uma legislação juntamente com a sociedade no próximo ano. Não podemos aprovar a Reforma Tributária agora para depois discutirmos as leis setoriais. Estamos discutindo grandes mudanças para o estado inteiro e isso precisa ser feito com muita discussão e com tranqüilidade”, falou.

O secretário Gustavo de Oliveira disse que está encerrando seu trabalho na Secretaria de Planejamento e começando a se inteirar sobre o trabalho da SEFAZ. “Precisamos entender quais são os pontos controversos se eles são impeditivos para o avanço da reforma. A necessidade de competitividade do estado é muito grande e essa visão precisa ser uma meta do governo nesse tempo de crise. Vamos olhar a análise da OAB e da Fecomercio sobre a Reforma e ver o que poderá ser feito, mas precisamos avançar. Se não enfrentarmos os desafios, o estado não vai para frente”, comentou Gustavo.

O deputado Oscar Bezerra revelou que a base do governo dentro da Assembleia Legislativa é maior do que a Frente Parlamentar e que, por isso, provavelmente a Reforma será aprovada neste ano ainda. Ele sugere ao governo que, caso seja aprovada, que ela seja colocada em vigor apenas em 2018.

Os representantes das Federações que representam o comércio do estado entregaram ao coordenados da Frente Parlamentar um documento direcionado aos deputados solicitando uma melhor avaliação da Reforma Tributária e a postergação de sua votação.

Fonte: Assessoria da imprensa ACC / FACMAT
Foto: Assessoria da imprensa ACC / FACMAT

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